Segundo o último levantamento sobre o serviço de água e esgoto do país, coordenado pelo Ministério das Cidades, as empresas concessionárias da rede de abastecimento tiveram, em 2007, um prejuízo de cerca de R$ 4,2 bilhões referentes a vazamentos no sistema.
Foram avaliados, para o estudo, 4.491 municípios, número que corresponde a 80,7% do total de cidades brasileiras. Em média, cada empresa teve uma perda no faturamento anual de 39,1%, valor que agrega tanto as perdas reais (vazamentos) quanto as chamadas perdas aparentes, como fraudes e problemas de cadastro comercial. Com relação apenas a este último conjunto de falhas, o prejuízo anual também é alto, superando a marca dos R$ 3 bilhões.
Considerando que 60% do total das perdas é recuperável, a economia anual alcançaria a marca dos R$ 4,4 bilhões, número apontado pelo relatório como “avassalador”, pois é mais de 1/3 da demanda brasileira anual de investimento para que o país atinja, em 20 anos, a universalização dos serviços de água e esgoto. De acordo com o estudo, 19,1% da população dos municípios analisados ainda não são atendidos pelo serviço de abastecimento de água. No que se refere ao sistema de esgoto, o número salta para 58%.
Como solução para as perdas reais e aparentes de água, o levantamento aponta para a necessidade de investimentos na melhoria técnico-operacional e de gestão, além de afirmar que, sem essas medidas, a simples ampliação do sistema de produção de água não trará benefício algum. Ao contrário, poderá registrar, como consequência, perdas ainda maiores.
No entanto, o problema não parece ser prioritário para as empresas. Das concessionárias de abrangência regional, enquanto em 2006 duas apresentaram perdas inferiores a 25%, apenas uma atingiu a mesma meta em 2007. Na direção oposta, perdas superiores a 50% foram identificadas, em 2006, em dez estabelecimentos. No relatório de 2007, nenhuma novidade: as mesmas dez concessionárias novamente alcançaram o índice nada louvável.
Fonte: Terra.com.br
Foram avaliados, para o estudo, 4.491 municípios, número que corresponde a 80,7% do total de cidades brasileiras. Em média, cada empresa teve uma perda no faturamento anual de 39,1%, valor que agrega tanto as perdas reais (vazamentos) quanto as chamadas perdas aparentes, como fraudes e problemas de cadastro comercial. Com relação apenas a este último conjunto de falhas, o prejuízo anual também é alto, superando a marca dos R$ 3 bilhões.
Considerando que 60% do total das perdas é recuperável, a economia anual alcançaria a marca dos R$ 4,4 bilhões, número apontado pelo relatório como “avassalador”, pois é mais de 1/3 da demanda brasileira anual de investimento para que o país atinja, em 20 anos, a universalização dos serviços de água e esgoto. De acordo com o estudo, 19,1% da população dos municípios analisados ainda não são atendidos pelo serviço de abastecimento de água. No que se refere ao sistema de esgoto, o número salta para 58%.
Como solução para as perdas reais e aparentes de água, o levantamento aponta para a necessidade de investimentos na melhoria técnico-operacional e de gestão, além de afirmar que, sem essas medidas, a simples ampliação do sistema de produção de água não trará benefício algum. Ao contrário, poderá registrar, como consequência, perdas ainda maiores.
No entanto, o problema não parece ser prioritário para as empresas. Das concessionárias de abrangência regional, enquanto em 2006 duas apresentaram perdas inferiores a 25%, apenas uma atingiu a mesma meta em 2007. Na direção oposta, perdas superiores a 50% foram identificadas, em 2006, em dez estabelecimentos. No relatório de 2007, nenhuma novidade: as mesmas dez concessionárias novamente alcançaram o índice nada louvável.
Fonte: Terra.com.br
Nenhum comentário:
Postar um comentário